Gostaria de ver o Planejamento Estratégico de forma desmistificada?


É fácil, basta praticá-lo.

O Planejamento Estratégico pode ser melhor definido como um processo visando responder a três perguntas básicas:

1> Para que a empresa existe? Pode parecer uma pergunta tola, mas na realidade está muito longe disso. Sem senso de propósito, existe uma chance muito grande da empresa não se identificar com a forma em que atua, negando aos seus controladores e colaboradores o sentimento de missão a ser cumprida que é essencial para gerar a energia necessária para atingir suas metas.

2> Existe no mercado em que a empresa atua uma forma de atuação que é lucrativa a curto, médio e longo prazo? Outra pergunta que parece óbvia, mas que, quando a maior parte das empresas da vida real são analisadas, chega-se à impressão que ninguém na empresa já se fez esta pergunta. Mercados estão sujeitos à uma enorme variedade de atratividades, tendências e pressões que podem fazer com que a possibilidade de se obter um retorno adequado do investimento seja maior ou menor. Muitas empresas estão muitas vezes posicionadas em mercados ou em nichos de mercados onde a lucratividade será inerentemente baixa, e estas empresas passam anos a fio desperdiçando tempo e energia na busca de otimizações e mudanças operacionais que não trazem o resultado esperado, quando a única medida que traria resultados seria a alteração do mercado ou do nicho de atuação da empresa.

3> A empresa tem condições de ocupar a posição lucrativa de mercado a que ela se propôs a ocupar? Todas as empresas gostam de pensar que possuem uma visão muito acurada de si mesmas, e assim podem avaliar se possuem as forças e habilidades necessárias para ocupar uma posição de mercado. No entanto, na prática, este caso é muito mais a exceção do que a regra. Seja porque as pessoas em geral detestam buscar enxergar suas próprias fraquezas ou as fraquezas de suas áreas, seja porque, mesmo quando enxergam estas fraquezas, procuram escondê-las dos outros e das outras áreas, empresas raramente se enxergam como realmente são. Defeitos ficam invisíveis e forças são superestimadas, tornando muitas vezes difícil a compreensão das causas pelas quais a empresa não alcança os objetivos almejados. Frequentemente é necessária uma visão externa de um observador o mais isento possível para que estas forças e fraquezas sejam detectadas e possam ser exploradas, no caso das primeiras, ou mitigadas, no caso das últimas.

Visto desta forma, o Planejamento Estratégico não parece complexo e difícil, certo? E com certeza não é. Havendo ambiente adequado, muitas vezes é viável que a empresa exercite o Planejamento Estratégico contando apenas com recursos internos. Para os casos em que este caminho não seja viável, consultorias como a Accretio se especializaram em auxiliar empresas de diversos setores nesta tarefa que é, sem dúvida, a atividade mais importante para o futuro da empresa.

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#PlanejamentoEstratégico

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